Vinhos que revelam a
essência da Região Beirã
DOC BEIRA INTERIOR
Esta é a nossa história...
No concelho da Covilhã, freguesia do Ferro, encontram-se as vinhas da Quinta dos Alvercões. Localizadas em meia encosta com solos graníticos de baixa fertilidade, uma excelente exposição solar a poente e envolvidas por um microclima com elevadas temperaturas diurnas, bem como noites frescas na época da maturação. Tais peculiaridades são amenizadas pela proximidade do Rio Zêzere com o qual confina, o que permite maturações suaves, dando origem a vinhos de 'terroir' expressivo que oferecem uma experiência surpreendente.
Neto de um pequeno vitivinicultor do Ferro, desde jovem Francisco Matos Soares se interessou pelas vinhas e pela produção de vinho que a sua mãe herdara, tendo ganho o gosto pela agricultura e assim, licenciando-se em Agronomia, pelo Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa.
Desempenhou diversas funções no Ministério de Agricultura, na região da Beira Interior, em particular na área da vitivinicultura, com trabalhos desenvolvidos na experimentação vitívinícola, coordenando a prospecção e selecção das castas autóctones de videiras na região. Além disso, fez parte da direcção da Adega Cooperativa da Covilhã como presidente.
Em 1992, deu-se início à primeira plantação de vinha na Quinta dos Alvercões, com a reestruturação de uma vinha existente. Desde então, novas parcelas foram plantadas e atualmente encontram-se em produção as castas regionais Síria e Fonte Cal nas brancas, Trincadeira e Jaén nas tintas, para além das principais castas nacionais, as castas melhoradoras Tinta Roriz e Touriga Nacional. As vinhas encontram-se em produção integrada desde 2001 e em conversão para produção biológica desde 2023.
Em 2021 iniciou-se a produção dos primeiros vinhos, utilizando-se apenas uma pequena parte da produção total, através da adaptação de uma adega artesanal existente. Em 2023 foram ampliadas as instalações, o que permitiu-nos aumentar a capacidade de vinificação, tendo como objetivo próximo uma nova ampliação para vinificar a totalidade da uva produzida nos 8 ha de vinha.
Assim, na Quinta dos Alvercões, cada vindima tem carregado consigo uma narrativa singular, pois os nossos vinhos são feitos de valiosos momentos de empenho e zelo, elaborados principalmente pela mão de obra familiar, acompanhados de uma abordagem por melhoria constante.
No concelho da Covilhã, freguesia do Ferro, encontram-se as vinhas da Quinta dos Alvercões. Localizadas em meia encosta com solos graníticos de baixa fertilidade, uma excelente exposição solar a poente e envolvidas por um microclima com elevadas temperaturas diurnas, bem como noites frescas na época da maturação. Tais peculiaridades são amenizadas pela proximidade do Rio Zêzere com o qual confina, o que permite maturações suaves, dando origem a vinhos de 'terroir' expressivo que oferecem uma experiência surpreendente.
Terroir expressivo e uma experiência surpreendente.
Colheita manual e seletiva.
Estágio em barricas novas de carvalho francês.
Nossas castas
Casta branca, com maior representatividade no encepamento
da Beira Interior. Com produtividade elevada, regular e bem adaptada às condições edafo-climáticas da região.
Origina vinhos de cor citrina e aroma frutado, de média intensidade,
com notas de frutos tropicais e citrinos e um bom equilíbrio
entre álcool e acidez.
Casta branca mediamente produtiva, bem adaptada às condições
edafo-climáticas da região da Beira Interior e maturação precoce.
Origina vinhos caracterizados por um teor alcoólico elevado, apresentando aromas florais e frutados. Normalmente utiliza-se
em lote com Síria ou Arinto, para
proporcionar vinhos mais equilibrados.
Casta tinta com boa produtividade e regular, com maturação
precoce e bem adaptadas às condições edafo- climáticas
da Beira Interior.
Origina vinhos de elevado teor alcoólico e baixa acidez,
com um perfume intenso e delicado a flores,
evoluindo para fruta madura.
Casta tinta com produtividade média e um pouco irregular.
Com maturação precoce a média, elevado teor alcoólico e acidez
média. Bem adaptada a solos de baixa fertilidade e clima
quente. Os vinhos que originam possuem uma cor granada intensa, com aroma a ameixa madura, associado a especiarias, com
boa aptidão para envelhecimento.
Casta tinta com produção elevada em solos férteis, bem
adaptada á região.
Com época de maturação média e teor alcoólico e acidez média.
Origina vinhos encorpados, complexos e aromáticos, sobressaindo frutos pretos e flores silvestres, com elevada
qualidade e potencial de envelhecimento.
Casta tinta também designada no Centro e Norte do país por
Tinta Roriz. É uma casta vigorosa com época de maturação média.
Origina vinhos bastante concentrados em matéria corante.
Com teor alcoólico elevado, uma elevada intensidade aromática, complexos e com bom potencial de
envelhecimento.
Casta branca, com maior representatividade no encepamento da Beira Interior.
Com produtividade elevada, regular e bem adaptada às
condições edafo -climáticas da região. Origina vinhos de cor citrina e aroma frutado, de média intensidade,
com notas de frutos tropicais
e citrinos e um bom equilíbrio
entre álcool e acidez.
Casta branca mediamente produtiva,
bem adaptada às condições
edafo-climáticas da região da
Beira Interior e maturação
precoce. Origina vinhos caracterizados
por um teor alcoólico elevado, apresentando aromas florais e frutados.
Normalmente utiliza-se em lote
com Síria ou Arinto, para
proporcionar vinhos
mais equilibrados.
Casta tinta com produtividade média
e um pouco irregular.
Com maturação precoce a média, elevado teor
alcoólico e acidez média.
Bem adaptada a solos de baixa fertilidade
e clima quente.
Os vinhos que originam possuem uma cor
granada intensa, com aroma a
ameixa madura, associado a
especiarias, com boa aptidão para
envelhecimento.
Casta tinta com boa produtividade
e regular, com maturação
precoce e bem adaptadas às condições
edafo- climáticas da Beira Interior.
Origina vinhos de elevado teor alcoólico
e baixa acidez, com um perfume intenso e delicado
a flores, evoluindo para
fruta madura.
Casta tinta com produção elevada em solos férteis, bem adaptada á região.
Com época de maturação média e teor
alcoólico e acidez média.
Origina vinhos encorpados, complexos e aromáticos, sobressaindo frutos pretos
e flores silvestres, com elevada
qualidade e potencial
de envelhecimento.
Casta tinta também designada no
Centro e Norte do país por Tinta Roriz.
É uma casta vigorosa com época de maturação média. Origina vinhos bastante concentrados em matéria corante. Com teor alcoólico elevado, uma elevada intensidade aromática, complexos e com bom
potencial de envelhecimento.
Fotos: Luis Vaz
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Quinta dos Alvercões
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